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Lendo e escrevendo

Lendo e escrevendo

#18 Simone de Beauvoir

19.12.20, Almerinda

Simone de Beauvoir.jpg

#18 Simone de Beauvoir

Este é outro nome incontornável e referência das feministas e dos feminismos.

A partir da reprodução de uma fotografia de Simone na força da idade, usei cópias do prólogo do livro “A Força da Idade” que ela dedica a Jean-Paul Sartre. Começa assim :“Lancei-me numa aventura imprudente, quando comecei a falar de mim: começa-se e nunca mais se acaba.”E termina “ Este relatório apresenta-se, em todo o caso, isento de qualquer preocupação moral. Limito-me a testemunhar o que foi a minha vida. Não me submeti a nenhum preconceito, a não ser de que toda a verdade pode interessar e servir. Para quê e a quem servirá a verdade que tento exprimir nestas páginas? Ignoro-o. Gostaria que o leitor as abordasse com idêntica inocência. “ Primeira nota de rodapé: “Neste livro consenti em omitir; nunca em mentir. Mas é provável que a memória me tenha traído em pequenas coisas; os pequenos erros, que o leitor talvez anote, não comprometerão certamente a verdade do conjunto.”

Gostei tanto de fazer esta colagem. Para o lenço da cabeça de Simone de Beauvoir um pedacinho duma écharpe que ofereci à minha mãe.

 

 

4 comentários

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    Almerinda

    19.12.20

    Quem é este anónimo que me elogia desta forma?
    Almerinda
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    Maria Moreira

    19.12.20

    Não será a Bluesinha? Se calhar é um disparate mas tenho um feeling.

    Adorei que tivesse escolhido a Simone de Beauvoir. Nos meus 23 anos " papei " em francês tudo o que havia dela, do Sartre e da Françoise Sagan, na biblioteca da Alliance Française do Porto.
    Foi uma fase muito enriquecedora e cheia de descobertas.
  • Imagem de perfil

    Almerinda

    19.12.20

    Não sei mesmo quem é nem sequer tenho feeling. Tenho muitas vezes respostas de anónimos e fico sem saber quem são estes meus amigos ou amigas secretas!
    Não estou bem certa, mas penso que este livro da Simone de Beauvoir herdei da minha irmã Bel, porque de facto nunca o li. Li sim As Memórias de uma Menina Bem Comportada, um dos muitos que emprestei e de que perdi o rasto.
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